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Esquilo da Mongólia

O Esquilo da Mongólia é um animal que ainda é pouco divulgado, logo pouco conhecido no Brasil. Esses mamíferos, que pertencem a família dos roedores, já são considerados como um animal de estimação há certo tempo em outros países como EUA.

Embora não sejam animais apegados aos donos, como os cães e gatos, sabem reconhecer quem são seus donos, com um temperamento amigo e tranqüilo. Não podemos deixar de lado que é um animal selvagem, podendo a qualquer momento demonstrar seus extintos, eles não são animais de colo então evite isso e quando for pegar procure nunca pegá-lo pelo rabo, ele é um animal muito sensível.

Ele necessita de muita atenção, como todos os animais e se possível o crie com um amiguinho, pois eles se sentem muito tristes quando sozinhos. Se quiser colocar dois do mesmo sexo juntos prefira os machos já que as fêmeas costumam brigar entre si. A expectativa de vida deles é de 3 a 5 anos.


{aqui estão algumas fotos}








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o famoso peixe voador

                                                         Peixe Voador
  


Toda manhã, enquanto navegavam pelo Pacífico, os tripulantes da famosa jangada Kon-Tiki encontravam um porção de peixes-voadores na jangada. Atraídos pela luz noturna, os peixes acabavam batendo nas estruturas ou na vela e, com o choque, ficavam tontos. Resultado: eram servidos no café da manhã.

  Os peixes voadores vivem em cardumes em todos os mares quentes e temperados. Ao contrário de 2 espécies de peixes tropicais de água doce que parecem bater suas asas, o peixe-voador dos oceanos plana. O corpo afilado, parecido com o do arenque, tem grandes barbatanas peitorais. Estas ficam dobradas quando o peixe nada, e só a cauda é usada.

  Nadando a uma velocidade que alcança 29 km por hora, o peixe sai da água até botar a metade de seu corpo. Nesse momento abre as "asas" e golpeia a água rapidamente com a cauda. Em um segundo alcança a velocidade de decolagem, entre 48 e 88 km por hora. Inicia então um planeio que chega a durar dez segundos e se estende de 1 a 400 m. O único problema é que durante o vôo ele pode ser apanhado por uma ave marinha.
                                                     (AQUI ESTÁ ALGUMAS FOTOS





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O Ornitorrinco

ornitorrinco




 
  O ornitorrinco vive na Autrália e na Tasmânia, às margens dos rios e banhados. Tem patas palmadas e por isso é um bom  nadador, capaz de ficar debaixo da água por cinco minutos. Dentro da  água seus olhos e ouvidos se fecham. Ele cavoca a lama com seu bico, a procura de comida. O bico não é ósseo, mas coberto por uma membrana sensível.
 O ornitorrinco alimenta-se de girnos, crustáceos, vermes e peixinhos. Embora o ornitorrinco passe a maior parte do tempo na água, o ornitorrinco cava sua toca na margem. A fêmea do ornitorrinco cava uma toca de até 1,80 m de comprimento, onde choca seus ovos. Ela amamenta os filhotes durante quatro meses. Os filhotes têm menos de 2,5 c m ao nascer, e chegam a 30 cm de comprimento antes de serem  desmamados.
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TAMANDUÁ BANDEIRA


                                                  tamanduá bandeira



Filo: Chordata                                                               
Classe: Mammalia
Ordem: Edentada
Família: Myrmecophagidae




Comprimento: até 120 cm, mais 90 cm para a cauda
Peso: até 25 quilos
Período de gestação: 190 dias
Cor: cinzento (pêlos pretos e brancos)
                                                                                  



 
Um faro agudo para formigas
  O tamanduá-bandeira passeia calma e   tranquilamente com seu longo focinho cônico voltado para o chão. Ele está procurando alimento. Seu olfato bem desenvolvido vai levá-lo fielmente ao alvo. Uma vez encontrado o formigueiro, o tamanduá cava a terra com suas fortes garras e mete o focinho no buraco.
  Sua língua pegajosa,  de mais de meio metro de comprimento, explora as galerias do formigueiro. Depois de pegar um número grande de formigas, o tamanduá recolhe a língua. O tamanduá não possui dentes. 

 O estranho desdentado caça de dia nos campos cerrados e nas florestas da América Central e do Sul, desde a Guatemala até a Argentina. Quando vive próximo das cidades, ele sai principalmente a  noite.
  Vive no chão, mas sobe bem nas árvores e é capaz de nadar. É cauteloso, pacífico e solitário. Defende-se com as fortes garras das patas dianteiras. Seu principal alimento são as formigas, os cupins e larvas. Come também vermes e pequenas centopéias. Na primavera, a fêmea dá à luz um filhote que carrega nas costas até cerca de um ano de idade. Os fazendeiros colocam agrotóxicos para matar as formigas que são umas de seus cardápios, morrem envenenados,mortos a tiros, atropelados ou queimados vivos pela cana-de-açúcar sua extinção é certa...


                  (AQUI ESTÃO ALGUMAS FOTOS






      

                    


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o Castor


                                                              Castor

  Para erguer melhor sua cabana, ele constrói represas - sem qualquer ferramenta. Não estamos falando de um carpinteiro, mas de um grande roedor, o castor. Ele tem fortes dentes e pequenas e incansáveis patas. Quando o viam na margem de um rio, sobre sua cauda larga, vigiando seu território, os índios canadenses chamavam-no de irmão. Sua cauda escamosa funciona como uma terceira pata, como remo e como leme.
  Apesar de sua vista aguda, o castor é facilmente capturado. Por muito tempo foi quase exterminado por causa do seu pelo espesso.
  Os homens perceberam que a espécie estava desaparecendo tarde demais. As represas de castores, com centenas de metros de comprimento, foram ruindo e ocorreram grandes inundações.
 
 O castor vive em colônias nas margens dos rios das florestas do hemisfério Norte. Trabalhando à noite, ele transforma rápidos córregos em lagos calmos.  Junto a barragem do lago ele constrói sua cabana, que tem uma entrada submersa, uma antecâmara de galhos quebrados e um salão elevado. As paredes são cimentadas com lodo, no topo, há um orifício para ventilação. No inverno, o castor se recolhe à cabana com um grande suprimento de cascas de árvores,seu unico alimento.
                                                              
                                                          CARACTERÍSTICA

FILO:chordata                                          comprimento: de 80 a 120 cm mais 25 cm de cauda
classe:mammalia                                    peso: 20 à 30 kg
ordem:rodentia                                        1 à 6 filhotes por vez
familia:castoridae                                    periodo de gestação:de 90 à 120 dias
                                        (AQUI ESTÃO ALGUMAS FOTOS)
         
                    
               
                    

  









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lince ibérico



                                                                  Lince Ibérico



Nome científico: Lynx pardinus
Outros nomes: Cerval, lobo-cerval, gato-cerval, gato-cravo ou gato-lince

Distribuição: Esta espécie só se encontra na Península Ibérica, Portugal e Espanha.Em Portugal esta espécie está prestes a ficar extinta. E este problema parece não ter retrocesso, tal é o ponto em que se encontra a situação desta espécie.A sua distribuição geográfica faz-se por pequenos grupos a viver no Algarve, Vale do Guadiana, Serra de São Mamede, Vale do Sado e Serra da Malcata.

Perigo iminente: O lince ibérico é o carnívoro mais ameaçado da Europa eo felídeo mais ameaçado do mundo, e tudo isto acontece em Portugal, sem que haja verdadeiramente um plano de acção, nem verbas que permitam inverter esta tendência.Actualmente, está reduzido a uma população que se resume a cerca de 30/40 animais, no máximo, a viver em liberdade.

Causas: O homem foi o principal responsável por este desaparecimento, devido à caça que lhe deu durante o último século.O desaparecimento do habitat natural destes animais também foi acontecendo, não tendo sido, ao longo dos anos, minimamente salvaguardado pelas autoridades responsáveis.Por último, a doença hemorragica viral, que dizimou as grandes populações de coelhos bravos, que eram o principal alimento destes animais, acabou definitivamente por criar o vazio em que agora se encontra.O facto de os poucos animais existentes estarem dispersos por um longo território, leva a que não haja reprodução, e que o fim destes felídeos esteja próximo em território português.Com o desaparecimento anunciado do lince ibérico, o territírio nacional deixa de contar com a presença de grandes felinos.
                                  (AQUI ESTÃO ALGUMAS FOTOS)
         
                                       
                                 

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